quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Férias

  

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Novos Baianos - Futebol e Preta Pretinha




Primeira música que tenho lembrança, 1972.
Rio Branco  - Acre.

sábado, 5 de novembro de 2011

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Tim Maia

Acabei de ler a biografia do GRANDE TIM MAIA DO BRASIL, acabei em lagrimas, mais feliz, a tristeza foi porque ele morreu mal e não feliz como foi a sua vida, mesmo com as músicas de dor-de-cotovelo ele era muito feliz e gostava de viver, um "punk do funk". o livro é belíssimo, faz jus as músicas do Tim, não sei se ele leu o livro, mas se tivesse lido teria brigado e depois sorrido, com muita intensidade, como era, foi, é a sua vida. A biografia é: Vale tudo: o som e a fúria de Tim Maia, escrito por Nelson Motta.




OBRIGADO TIM MAIA DO BRASIL, pela suas bela músicas...

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

haikai da primavera

uma pétala caia.
uma borboleta voa.
primavera, no colo, caia.

Maya, 28 de outubro de 2011.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Afrika Bambaataa


pra matar a saudade do fim da infância!!!


sexta-feira, 27 de maio de 2011

Jazz por Zaz


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Haikai - bem pequenos

Hai Kai
Raio Azul
Raio Kaiu
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Os caminhos variam,
os destinos variam,
o fim é o mesmo...
-------------------------------
Pequenas frases.
Frases inteiras.
Pequenas inteiras.
-------------------------------
Som, Voz, Silêncio,
Cor, Luz, escuro,
Cor, som caminham (Des)juntos.
-------------------------------
Borboleta na flor;
Olhos verdes-mar;
Como é fácil apaixonar.
-------------------------------
Onde andar?
O que comer?
O que será?
_______________________________

Maya, 28.09.2001

sexta-feira, 13 de maio de 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Ovo Filosofico - O Nascimento da Filosofia

O Nascimento da Filosofia
Criança geopolítica observando o nascimento do homem novo (Salvador Dalí - 1943 - 45,5 cm X 50 cm)

terça-feira, 12 de abril de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Poemas na cidade

Os muros de Brasília estão ficando mais belos, estão ganhando poesias, belas poesias.

Obrigado ao coletivo que está espalhando estas jóias pela cidade.

Quer uma?...Então ande pela cidade olhando e reolhando seus recantos e assim, talvez, ache uma jóia.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Mais Ska


domingo, 27 de março de 2011

The Skatalites



Em Brasília no dia 20 de abril de 2011.

domingo, 20 de março de 2011

Um Pensador...

Por MaYa.

Um sonho...

Por MaYa

sexta-feira, 18 de março de 2011

Uma Morte...


Por MaYa.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Rainer Maria Rilke

Infância

Passa lento o tempo da escola e a sua angústia
com esperas, com infinitas e monótonas matérias.
Oh solidão, oh perda de tempo tão pesada...
E então, à saída, as ruas cintilam e ressoam
e nas praças as fontes jorram,
e nos jardins é tão vasto o mundo —.
E atravessar tudo isto em calções,
diferente de como os outros vão e foram —:
Oh tempo estranho, oh perda de tempo,
oh solidão.

E olhar tudo isto à distância:
homens e mulheres; homens, homens, mulheres
e crianças, tão diferentes e coloridas —;
e então uma casa, e de vez em quando um cão
e o medo surdo trocando-se pela confiança:
Oh tristeza sem sentido, oh sonho, oh medo,
Oh infindável abismo.

E então jogar: à bola e ao arco,
num jardim que manso se desvanece
e por vezes tropeçar nos crescidos,
cego e embrutecido na pressa de correr e agarrar,
mas ao entardecer, com pequenos passos tímidos,
voltar silencioso a casa, a mão agarrada com força —:
Oh compreensão cada vez mais fugaz,
Oh angústia, oh fardo!

E longas horas, junto ao grande tanque cinzento,
ajoelhar-se com um barquinho à vela;
esquecê-lo, porque com iguais
e mais lindas velas outros ainda percorrem os círculos,
e ter de pensar no pequeno rosto
pálido que no tanque parecia afogar-se — :
oh infância, oh fugazes semelhanças.
Para onde? Para onde?

Rainer Maria Rilke, in "O Livro das Imagens"
Tradução de Maria João Costa Pereira

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

F. Nietzsche

8 - Qual pode ser nossa única doutrina?

- Que ninguém dá ao homem suas propriedades; nem Deus, nem a sociedade, nem seus pais e ancestrais, nem ele mesmo (- o contra-senso da representação, aqui por fim recusada, é ensinado por Kant, e talvez mesmo já por Platão, como "liberdade inteligível"). Ninguém é responsável em geral por ele existir, por ele ser constituído de tal ou tal modo, por ele se encontrar sob estas circunstâncias, nesta ambiência. A fatalidade de sua existência não pode ser separada da fatalidade de tudo o que foi e de tudo o que será. O homem não é a conseqüência de uma intenção própria, de uma vontade, de uma finalidade. Com ele não é feita a tentativa de alcançar um "ideal de homem" ou um "ideal de felicidade" ou um "ideal de moralidade". - É absurdo querer fazer rolar sua existência em direção a uma finalidade qualquer. Nós inventamos o conceito de "finalidade": na realidade falta a finalidade... É-se necessariamente, se é um pedaço de fatalidade, se pertence ao todo, se está no todo. Não há nada que pudesse julgar, medir, comparar, condenar nosso ser, pois isso significaria julgar, medir, comparar, condenar o todo... Mas não há nada fora do todo! Que ninguém mais seja responsável, que o modo de ser não possa ser reconduzido a uma causa prima, que o mundo não seja uma unidade nem enquanto mundo sensível, nem enquanto "espírito": só isso é a grande libertação. - Com isso a inocência do vira-ser é restabelecida... O conceito de "Deus" foi até aqui a maior objeção contra a existência... Nós negamos Deus, negamos a responsabilidade em Deus: somente com isso redimimos o mundo.

Os quadros erros : Crepúsculo dos Ídolos : Nietzsche


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Experiência do Olhar

No livro "Ensaio sobre a cegueira", o escritor José Saramago, diz:
"Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara."

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Mario Quintana

POEMINHA DO CONTRA

Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!



Mario Quintana

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Filosofia...

“A Filosofia é a batalha contra o encantamento de nossa inteligência pela linguagem.”
Wittgenstein

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Um aniversario...


O tempo
tempo tem
tempo não tem
quem tem o tempo
tem tempo o tempo
o relógio tem tempo
quanto tempo tem o tempo
quando tempo tem o tempo
quem tem tempo de ter o tempo

Poema sem pontuação, métrica ou rima,
porque quem pontua ou rima é o Tempo
e Tempo nós não temos
quem nós tem é o Tempo.

MaYa, 09.09.2010.

O fogo



O que queima - foto MaYa


o fogo que me queima.
queima o minério que faz aço.
aço, lamina que corta.

corta minha alma.
alma que queima como fogo.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O que é filosofia???

A filosofia não propõe questões e não traz as respostas que preencheriam paulatinamente as lacunas.

As questões são interiores à nossa vida, à nossa história: nascem aí, aí morrem, se encontram resposta, o mais das vezes aí se transformam.

Em todo o caso, é um passado de experiência e de saber que termina um dia nesse abismo.

Merleau-Ponty

Mas será que filosofia é isto? Quem sabe o que é que atire a primeira frase...

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Uma Poesia....

Em uma noite de verão com muita lua e brilho
A poetisa Edna St Vincent Millay escreveu:

My candle burns at both ends;
It will not last the night;
But, ah, my foes, and oh, my friends –
It gives a lovely light.

"Minha vela queima nas duas pontas;
A noite toda não vai durar;
Mas ah, meus inimigos,
e oh, meus amigos –
Que bela luz ela dá!"

Acho que prefiro este final: "Como ela ilumina lindamente!!"


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Questões para PENSAR!!!

Questões para Pensar:

"Um objeto é um único objeto ou uma união de elementos, um conjunto de pequenas partículas?"

"O Universo é um grão de areia na imensidade de nada...ou uma imensidade tão grande, que não podemos compreender ou imaginar?"

"O ser é sempre revelado pela aparência?"

"A liberdade pode existir sem levar em conta a necessidade?"

"Devemos nos deixar guiar pela razão ou pela paixão?"

"A cultura permite ao homem superar sua natureza?"

"O tempo pode durar uma eternidade?"

"Cada um de nós é um eu único ou um eu semelhante aos outros?"

"O homem é um copro limitado no tempo e no espaço, ou um espírito que não se encontra em lugar algum, que pode pensar todo o universo e toda a história, e mesmo pretender a imortalidade?"

"Esperar é ser ativo ou passivo?"

"Uma pessoa pode exprimir uma verdade objetiva?"

"Minha existência é produto de muitas causa, ou, talvez, razão de uma série de efeitos?"

Questões para pensar e talvez para filosofar...

Questões retiradas d'O livro dos grandes contrastes filosóficos, de Oscar Brenifer.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Bicicleta, um ótimo transporte...

 
 Bicicleta, eu uso! Use você também! Ajude a todos nós!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Percpeções - Tudo é o que parece



O que vemos? Como vemos?

Será que vemos mesmo?
E o que vemos é aquilo mesmo?
Vejam e olhem com atenção...
para ver melhor tem que se distanciar?!
Ou seria se aproximar?!

O nome do pintor é Victor Molev
<http://www.victormolev.com/index.html>


"Tudo é o que parece, mesmo que seja uma baleia emergindo das águas de uma piscina"


segunda-feira, 26 de abril de 2010

sábado, 13 de março de 2010

Este Amor : Jacques Prévert

Este amor

Jacques Prévert
Tão violento
Tão frágil
Tão terno
Tão desesperado
Este amor
Belo como o dia
E mau como o tempo
Quando há mau tempo
Este amor tão sincero
Este amor tão calmo e sereno
Tão feliz
Tão jovial
E tão pobre
Trêmulo como uma fagulha na escuridão
E tão seguro de si mesmo
Como um homem tranqüilo no mais fundo da noite
Este amor que assusta os demais
Que os faz falar
Que os faz empalidecer
Este amor vigiado
Porque nós o vigiamos
Acossado ferido pisoteado destroçado negado olvidado
Porque nós o acossamos ferimos pisoteamos destroçamos negamos olvidamos
Este amor íntegro
Tão vivo até agora
E pleno de sol
É o teu
É o meu
Esse que foi
Este algo sempre novo
E que não mudou
Tão verdadeiro como uma planta
Tão trêmulo como um pássaro
Tão cálido tão vivo como o verão
Ambos podemos juntos
Nos distanciar e retornar
Esquecê-lo
E depois dormirmos
Despertarmos padecer envelhecer
Dormirmos de novo
Sonhar com a morte
Despertarmos sorrir e rir
E rejuvenescer
Nosso amor segue ali
Obstinado como uma mula
Vivente como o desejo
Cruel como a memória
Absurdo como o arrependimento
Terno como as recordações
Frio como o mármore
Belo como o dia
Frágil como um menino
Nosso amor nos olha sorrindo
E nos fala sem dizer nada
E eu o escuto trêmulo
E grito
Grito por ti
Grito por mim
E te suplico
Por ti por mim por todos os que se amam
E os que se amaram
Sim lhe grito
Por ti por mim e por todos
Os que não conheço
Fica
Não te mexa
Não vá
Nós os que somos amados
Te esquecemos
Mas não nos esqueça tu
Só tínhamos a ti no mundo
Não permitas que nos tornemos indiferentes
Cada vez mais longe
E desde onde sejas
Dai-nos sinais de vida
Muito mais tarde desde o recanto de um bosque
Na selva da memória
Surge de repente
Estenda-nos a mão
E salva-nos.



Cet Amour
J. Prévert
Cet amour
Si violent
Si fragile
Si tendre
Si désespéré
Cet amour
Beau comme le jour
Et mauvais comme le temps
Quand le temps est mauvais
Cet amour si vrai
Cet amour si beau
Si heureux
Si joyeux
Et si dérisoire
Tremblent de peur comme un enfant dans le noir
Et si sur de lui
Comme un homme tranquille au milieu de la nuit
Cet amour qui faisait peur aux autres
Qui les faisait parler
Qui les faisait blêmir
Cet amour guetté
Parce que nous le guettions
Traqué blessé piétiné achevé nié oublié
Parce que nous l’avons traqué blessé piétiné achevé nié oublié
Cet amour tout entier
Si vivant encore
Et tout ensoleillé
C’est le tien
C’est le mien
Celui qui a été
Cette chose toujours nouvelle
Et qui na pas changé
Aussi vraie qu’une plante
Aussi tremblent qu’un oiseau
Aussi chaude aussi vivante que l’été
Nous pouvons tous les deux
Aller et revenir
Nous pouvons oublier
Et puis nous rendormir
Nous réveiller souffrir vieillir
Nous endormir encore
Rêver à la mort
Nous éveiller sourire et rire
Et rajeunir
Notre amour reste là
Têtu comme un bourrique
Vivant comme le désir
Cruel comme la mémoire
Bête comme les regrets
Tendre comme le souvenir
Froid comme le marbre
Beau comme le jour
Fragile comme un enfant
Il nous regarde en souriant
Et il nous parle sans rien dire
Et moi je l’écoute en tremblant
Et je crie
Je crie pour moi
Je te supplie
Pour toi pour moi et pour tous ceux qui s’aiment
Et qui se sont aimés
Oui je lui crie
Pour toi pour moi et pour tous les autres
Que je ne connais pas
Reste là
Là où tu es
Là où tu était autrefois
Reste là
Ne bouge pas
Ne t’en vas pas
Nous qui sommes aimés
Nous t’avons oubliée
Toi ne nous oublie pas
Nous n’avions que toi sur la terre
Ne nous laisse pas devenir froids
Beaucoup plus loin toujours
Et n’importe où
Donne-nous signe de vie
Beaucoup plus tard au coin d’un bois
Dans la forêt de la mémoire
Surgis soudain
Tende-nous la main
Et sauve nous.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Um amor...

Todas as Cartas de Amor são Ridículas


Álvaro de Campos

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)


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Estou me sentindo bem ridículo e esdrúxulo,
ou melhor estou esdrúxulo por isso estou ridículo,
ou seria estou amando e assim estou ridículo,
ou sou esdrúxulo então amo e sou ridículo porque amo.
O que importa, e que AMO, sou amor, então sendo assim, sou ridículo e esdrúxulo.
Tenham uma boa semana.

domingo, 24 de janeiro de 2010

João e Maria

Chico Buarque, João e Maria:

Para sermos sempre criança,
Lembramos de olhar
o orvalho, a flor na grama, a borboleta na folha
e maravilharmos como da primeira vez.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Um canal...

Por Maya.

Por MaYa.

Um lago congelado...e Uma Criança...

Por MaYa.

Feliz da vida.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Um Transito...

Para quem se interessa em andar nas cidades:

domingo, 3 de janeiro de 2010

Um perdido...

Por MaYa.

Um perdido em Paris
Paris que me vez perder-me,
Perdido partirei.

Uma Pilhagem...

Por MaYa.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Maracatu Atômico


nada como uma boa música para lembra
o velho e bom sertão...

Um Castelo...



Por MaYA.

Uma Terra... Um Mundo....

Por MaYa.

domingo, 27 de dezembro de 2009